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  • Aline Rigo

Os 7 hábitos de pessoas altamente eficazes – resenha do livro



Escrevi a resenha do livro “os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes”, para difundir as idéias de Stephen R. Covey e sua contribuição para o desenvolvimento humano.


O que você vai encontrar neste post


Talvez os problemas descritos por Stephem em seu livro lhe sejam muito familiares. Muitos deles todos nós já passamos em algum momento de nossa vida.

  • Atingir objetivos profissionais na vida, mas depois do sucesso ficar pensando se valeu a pena o esforço, as escolhas e as trocas que foi necessário fazer.

  • Começar dietas para emagrecer e nunca terminá-las, passando a experimentar uma sensação de incapacidade de superar algo que lhe desagrada.

  • Investir muito tempo e dinheiro com treinamento e formações para melhorar seus resultados profissionais e os resultados de sua equipe, mas depois ter a sensação que tudo é ineficaz.

  • O filho não te ouve, e até usa drogas e você não sabe o que fazer.

  • Sentir que o tempo nunca é suficiente para tantas coisas importantes. Se sente pressionado o tempo inteiro e não encontra tempo.

  • Viver sempre muito ocupado e ter dificuldade de encontrar sentido em tudo isso. Sente que tem muitas coisas tomando conta da vida e acabando com o seu tempo.

  • Ficar remoendo e sentindo certo nível de desconforto quando um parente ou amigo conquista reconhecimento ou sucesso profissional.

  • Sentir-se preocupado demais com o que os outros pensam de você e pelo que acham das suas ideias.

  • Seu casamento não tem mais amor e não conseguem resgatar os sentimentos do início do relacionamento.


Um Novo Nível de Pensamento

Então começamos a perceber que temos problemas sérios, fundamentais, impossíveis de serem resolvidos no nível superficial em que foram criados.


Precisamos de um novo estágio do pensamento, um nível mais profundo, um paradigma baseado nos princípios que descrevem exatamente o território efetivo da existência e das interações humanas. Assim poderemos resolver as preocupações mais sérias.

Os Sete Hábitos das Pessoas altamente eficazes, tratam precisamente deste novo nível de pensamento, de uma abordagem centrada nos princípios e baseada no caráter, "que vem de dentro para fora" e se volta para a eficácia pessoal e interpessoal.


Desta forma, se você pretende ter um casamento feliz, seja uma pessoa capaz de gerar energia positiva, afastando as más vibrações em vez de atraí-las. Se você pretende ter um filho adolescente que coopere mais, seja um pai mais compreensivo, solidário, coerente e amoroso.

Se pretende ter mais liberdade, mais atitude em seu trabalho, seja um empregador mais responsável, generoso e envolvido com sua atividade. Se pretende conquistar a confiança das pessoas, seja confiável. Se busca a grandeza secundária do reconhecimento de seu talento, concentre-se inicialmente na grandeza primária do caráter.


A abordagem de dentro para fora mostra que as vitórias particulares precedem as vitórias públicas, que cumprir as promessas feitas a nós mesmos vem antes do cumprimento de promessas feitas a terceiros. Reza que é fútil colocar a personalidade acima do caráter e tentar melhorar as relações com os outros sem dar atenção ao próprio crescimento.


O Poder de um Paradigma

Os 7 Hábitos das Pessoas altamente eficazes abrangem a maioria dos princípios fundamentais da eficiência humana. Estes hábitos são básicos, primordiais. Eles representam a interiorização dos princípios corretos nos quais se baseiam o sucesso e a felicidade duradoura.


Antes de aprendermos esses hábitos de pessoas eficazes temos que entender nossos paradigmas (modelos, referências, como vemos o mundo) para aprendermos a promover as mudanças necessárias.


O mapa não é o território!

Um paradigma é exatamente isso, é um mapa que criamos internamente para perceber e agir no mundo. No entanto ele não é o mundo, mas as nossas melhores interpretações baseadas no que aprendemos a acreditar.


Interpretamos todas as nossas experiências a partir destes mapas mentais. Raramente questionamos sua exatidão, com frequência nem percebemos que os utilizamos. Apenas assumimos que a maneira como vemos as coisas equivale ao modo como elas realmente são ou deveriam ser.


Assim, nossas atitudes e comportamentos derivam destes pressupostos. A maneira como vemos o mundo é a fonte de nossa forma de pensar e agir. E muitos dos nossos problemas são apenas interpretações erradas baseadas nesse mapa interno.


Os sete hábitos - uma visão geral

O crescimento, desde a infância até a idade adulta, se faz em conformidade com as leis naturais. Claro, existem diversas direções no crescimento. Atingir a maturidade física total, por exemplo, não assegura automaticamente a maturidade emocional ou intelectual.


No processo de amadurecimento encontramos:

  • DEPENDÊNCIA - é o paradigma do você: Você tem de tomar conta de mim. Você fez a coisa certa. Você não fez a coisa certa. A culpa é toda sua.

  • INDEPENDÊNCIA - é o paradigma do eu: Eu sei fazer. Eu sou responsável. Eu tenho certeza. Eu sei escolher.

  • INTERDEPENDÊNCIA - é o paradigma do “nós”: Nós podemos fazer isso. Nós podemos cooperar. Nós vamos unir nossos talentos e habilidades para juntos criarmos algo maior.

As pessoas dependentes precisam das outras para conseguir o que desejam. As pessoas independentes conseguem obter o que desejam através de seu próprio esforço. As pessoas interdependentes combinam seus próprios esforços com os esforços dos outros para conseguir um resultado muito melhor.


Se eu fosse emocionalmente dependente, meu senso de valor e minha segurança dependeriam da opinião dos outros a meu respeito. Seria devastador se alguém não gostasse de mim.

Se eu fosse independente, poderia me virar sozinho fisicamente.


No plano intelectual, seguiria minhas próprias ideias e teria capacidade de passar de um nível de abstração a outro. Poderia pensar de modo crítico e analítico, organizando e expressando meus pensamentos de forma inteligível. Emocionalmente, saberia reconhecer meu valor sozinho. Conduziria minha vida tendo minha personalidade como base. Não dependeria do fato dos outros gostarem de mim ou me tratarem bem para saber meu próprio valor.


Não é difícil perceber que a independência revela mais maturidade do que a dependência. A independência é, em si e por si, uma grande conquista. Mas a independência não é suprema.

Não obstante, o paradigma social privilegia a independência. Ela representa o objetivo supremo de muitos indivíduos e movimentos sociais. Mas grande parte da ênfase atual na independência reflete uma reação à dependência - ao fato de outras pessoas controlarem, definirem, usarem e manipularem nossas vidas.


O conceito de interdependência, tão mal compreendido, lembra para muita gente a dependência. Sendo assim, encontramos muitas pessoas, às vezes por razões egoístas, destruindo o casamento, abandonando os filhos e deixando de lado todas as responsabilidades sociais, sempre em nome da independência.


Como pessoa interdependente, tenho a oportunidade de me relacionar de modo mais profundo e significativo com os outros, conseguindo o acesso ao potencial e aos imensos recursos dos demais seres humanos.


Hábitos eficazes

A interdependência é uma escolha que só pode ser feita por pessoas independentes. Os dependentes não conseguem atingir a interdependência. Não possuem personalidade suficiente para tanto, não conhecem o bastante de si.


Por esta razão, os Hábitos 1, 2 e 3, nos capítulos seguintes, tratam do autodomínio. Eles levam a pessoa da dependência para a independência. Estes hábitos formam as "Vitórias Particulares", a essência do desenvolvimento do caráter. As vitórias particulares precedem as vitórias públicas.

Não se pode inverter este processo, assim como não se pode fazer a colheita antes do plantio. Vem de dentro para fora.


Conforme alguém se torna verdadeiramente independente, adquire as bases para a real interdependência. Torna-se possuidor do caráter básico a partir do qual se pode trabalhar eficazmente as "Vitórias Públicas", mais dirigidas à personalidade, tais como o trabalho em equipe, a cooperação e a comunicação, presentes nos Hábitos 4, 5 e 6.


O Hábito 7 é o hábito da renovação - uma renovação regular, equilibrada, das quatro dimensões básicas da vida. Ele abrange e circunscreve todos os outros hábitos. Trata-se do hábito do aprimoramento contínuo, criador da espiral ascendente do amadurecimento, capaz de levá-lo a níveis inéditos de compreensão e de vida, onde se desfruta o resultado de cada um dos hábitos, conforme se atinge um plano superior.



Hábito 1 - Ser proativo

(Princípios de Visão Pessoal)

Ser proativo é assumir a responsabilidade, agir e não ficar em estado reativo ou reagir diante do próximo acontecimento ou estímulo.


O reativo é controlado pelas circunstâncias enquanto o proativo cria o seu próprio mundo independente das circunstâncias. Você tem um mapa interno para perceber e reagir ao mundo. Se você esta reativo é porque você pode estar com o mapa errado.


As pessoas reativas são afetadas somente pelo ambiente físico. Se o tempo está bom, elas se sentem bem. Caso contrário, mudam a atitude e a performance.

As pessoas proativas carregam o tempo dentro de si. Faça chuva ou faça sol, não interessa, elas avançam graças a seus valores. E, se um de seus valores é realizar um trabalho de qualidade, ela não depende do tempo estar assim ou assado.


As pessoas reativas constroem sua vida emocional em torno do comportamento dos outros, permitindo que a fraqueza alheia as controle. Os proativos continuam sendo influenciados pelos estímulos externos, sejam estes sociais, físicos ou psicológicos. Mas a resposta aos estímulos, consciente ou inconsciente, é uma escolha ou reação baseada em valores.


Enquanto a linguagem do reativo diante de um problema que parece sem solução é “não há nada a fazer”, “eu sou assim e pronto” “preciso... eu não posso ... se eu pudesse...O proativo toma a frente e diz “vamos procurar alternativas”, posso mudar isso, eu tenho atitude”, eu posso... eu quero...


Hábito 2 - Começar com o objetivo na mente

(Princípios de Liderança Pessoal)

Desenvolver o hábito da liderança pessoal, para isso você tem que ter um objetivo em mente. Levantar pela manhã sabendo exatamente o que você vai buscar para sua vida, liderar sua vida.

Olhe cuidadosamente para as pessoas a sua volta. Qual o papel que gostaria de ter desempenhado na vida delas?


Apesar do Hábito 2 se aplicar a múltiplas circunstâncias e níveis de vida, a aplicação mais importante de "começar com o objetivo na mente" é iniciar hoje com a imagem, quadro ou paradigma do final da sua vida como quadro de referência ou critério a partir do qual todo o resto será examinado.


Cada momento de sua vida - o comportamento de hoje, amanhã, da semana que vem ou mês que vem - pode ser analisado dentro do contexto geral daquilo que realmente é mais importante para você. Ao manter este objetivo claro na mente, você pode ficar certo de que qualquer coisa feita em um dia determinado não viola o critério que você definiu como tendo importância suprema, e de que cada dia de sua vida contribuiu de modo significativo para a visão que você tem de sua vida como um todo.


"Começar com o objetivo na mente" se baseia no princípio de que todas as coisas são criadas duas vezes. Há uma criação mental ou inicial, e uma criação física, ou segunda criação, em todas as coisas.


Pegue, por exemplo, a construção de uma casa. Você a cria, detalhe por detalhe, antes mesmo de martelar o primeiro prego. Tenta ter uma noção bem clara do tipo de residência que deseja.


Declaração de Missão Pessoal

A forma mais eficaz que conheço para começar com o objetivo na mente é desenvolver uma declaração de missão pessoal, filosofia ou credo. Ele se concentra naquilo que a pessoa deseja ser (caráter) e fazer (contribuições e conquistas), e nos valores ou princípios nos quais o ser e o fazer estão fundados.


Uma vez que cada indivíduo é único, uma declaração de missão pessoal irá refletir sua unicidade, tanto na forma quanto no conteúdo.

Segue um exemplo de uma declaração de missão pessoal procurando equilibrar seus valores relativos à família e ao trabalho:


Procurarei equilibrar carreira e família da melhor forma possível, pois ambas são importantes para mim. Meu lar será um local onde eu e minha família, amigos e convidados sentiremos alegria, conforto, paz e felicidade. Por isso, procurarei criar um ambiente limpo e ordeiro, e ao mesmo tempo gostoso de viver e confortável. Usarei minha sabedoria para escolher o que vamos comer, ler, ver e fazer em casa. E, principalmente, pretendo ensinar meus filhos a amar, a aprender e a rir - e a lutar para aprimorar seus talentos específicos.


Eu valorizo os direitos, liberdades e responsabilidades de nossa sociedade democrática. Serei uma cidadã informada e engajada no processo político, para garantir que minha opinião seja ouvida e meu voto levado em conta. Serei uma pessoa empreendedora, que exerce a iniciativa para conseguir atingir suas metas. Tomarei a dianteira em situações e oportunidades, recusando uma postura passiva. Tentarei sempre me manter livre de hábitos e vícios destrutivos.


Desenvolverei hábitos que me livrem dos velhos padrões e lides, e que possam expandir minha capacidade de escolha. O dinheiro será meu servo, não meu senhor. Procurarei a independência financeira, progressivamente. Minhas vontades se submeterão a minhas necessidades e posses. A não ser para adquirir casa ou carro, ficarei afastada das compras a crédito. Gastarei menos do que ganho, e regularmente economizarei ou investirei parte de minha renda. Além disso, usarei o dinheiro e os talentos que possuo para tornar a vida mais agradável para os outros, através do trabalho voluntário e da caridade.



Hábito 3 - Primeiro o mais importante

(Princípios de Administração Pessoal)


Pergunta 1:

O que você poderia fazer (e não está fazendo no momento) capaz de causar uma tremenda alteração para melhor em sua vida pessoal, se feito de maneira constante?

Pergunta 2:

O que, em sua vida profissional ou empresarial, teria o mesmo efeito?


O Hábito 2 consiste na criação inicial, ou mental. O Hábito 3, então, é a segunda criação, a elaboração física. É a realização, a transformação em realidade, a emergência natural dos Hábitos 1 e 2. É o exercício da vontade soberana para que a pessoa se torne centrada nos princípios.


Os Hábitos 1 e 2 são absolutamente essenciais e pré-requisitos para o Hábito 3. Você não pode se centrar nos princípios sem primeiro ter noção e desenvolver sua natureza proativa. Você não pode se centrar nos princípios sem antes ter noção de seus paradigmas e compreender como modificá-los e harmonizá-los com seus princípios.


No Hábito 3 estaremos lidando com muitas das questões ligadas ao campo da administração da vida e do tempo. Nós reagimos a questões urgentes. As questões importantes que não são tão urgentes exigem mais iniciativa, mais proatividade. Precisamos agir para aproveitar as oportunidades, para fazer com que as coisas aconteçam.


Se não praticamos o Hábito 2, não temos uma ideia clara do que é importante, dos resultados que pretendemos para nossas vidas, e caímos com facilidade na mera reação ao que é urgente.

Parafraseando Peter Drucker, as pessoas eficazes não vivem voltadas para os problemas, elas vivem voltadas para as oportunidades. E cultivam-nas, e deixam os problemas a pão e água.


O que é preciso para se dizer "não"

Tenha em mente que você está sempre dizendo "não" a alguma coisa. Se não é para as coisas urgentes e evidentes de sua vida, provavelmente é para as coisas mais fundamentais, mais importantes. Mesmo quando o urgente é bom, pode afastá-lo do que é ótimo, mantê-lo distante de sua contribuição única, se você permitir.


Se uma das seguintes áreas estivesse deficiente, qual seria:

  1. A incapacidade de estabelecer prioridades?

  2. A incapacidade ou falta de vontade para organizar a vida a partir destas prioridades?

  3. A falta de disciplina para executá-las, para manter fidelidade às suas prioridades e organização?

A maioria das pessoas diz que sua principal falha é a falta de disciplina. Pensando bem, creio que o problema não é esse. A dificuldade básica é que suas possibilidades não foram suficientemente absorvidas por suas mentes e corações. Elas não interiorizaram bem o Hábito 2.



Hábito 4 - Pense em vencer/vencer

(Princípios de Liderança Interpessoal)

Para criar estes benefícios mútuos, exige-se muita coragem, particularmente se estamos interagindo com pessoas profundamente afetadas pelo Vencer/Perder. É por isso que este hábito inclui princípios de liderança interpessoal.


O caráter é a base do Vencer/Vencer, e todo o resto se apoia nesta base. Há três traços essenciais do caráter para o paradigma Vencer/Vencer:

  • INTEGRIDADE - Já definimos anteriormente a integridade como o valor que damos a nós mesmos.

  • MATURIDADE - A maturidade é o equilíbrio entre a coragem e a consideração. Se uma pessoa consegue expressar seus sentimentos e opiniões com coragem equilibrada pela consideração, pelos sentimentos e opiniões dos outros, ela é madura, particularmente se a questão é importante para ambas as partes.

  • MENTALIDADE DA ABUNDÂNCIA - O terceiro traço essencial de caráter para Vencer/Vencer é a Mentalidade da Abundância, o paradigma que diz haver o bastante para todos.

Muitas pessoas vivem segundo o roteiro daquilo que chamo de Mentalidade da Escassez. Elas encaram a vida como uma fonte limitada, como se só houvesse uma torta disponível. E, se alguém pegar um pedaço grande da torta, todos os outros comerão menos. A Mentalidade da Escassez é o paradigma da contagem regressiva na vida.


A Mentalidade da Abundância, por outro lado, deriva de um senso profundo de valor e segurança pessoais. Seu paradigma indica que existe bastante para ser repartido entre todos. Esta atitude resulta em compartilhar prestígio, reconhecimento, lucros e a tomada de decisões. Ela abre as portas para novas possibilidades, opções e alternativas, além de liberar a criatividade.


Hábito 5 - procure primeiro compreender, depois ser compreendido

(Princípios de Comunicação Empática)

A comunicação é a habilidade mais importante na vida. Passamos a maior parte de nossas horas de vigília nos comunicando. Mas leve em consideração o seguinte: Você passou anos aprendendo a ler e escrever, anos aprendendo a falar. Mas e quanto a estudar? Qual foi o treino ou a instrução que lhe permite ouvir, de modo que possa compreender real e profundamente outro ser humano, a partir do quadro de referências deste indivíduo?


"Tentar primeiro compreender" implica uma mudança profunda no paradigma. Tipicamente, nós procuramos primeiro que nos compreendam. A maior parte das pessoas não consegue escutar com a intenção de compreender. Elas ouvem com a intenção de responder. Elas estão sempre falando ou se preparando para falar. Elas filtram tudo através de seus próprios paradigmas, leem sua autobiografia na vida das outras pessoas.


- Oh! Sei exatamente como se sente!

- Já passei por isso também. Vou contar o que aconteceu comigo.

Elas estão constantemente projetando suas experiências interiores no comportamento dos outros. Receitam seus óculos para qualquer um com quem se relacionam.


A atenção empática significa muito mais do que registrar, repetir ou mesmo entender as palavras que estão sendo ditas. Os especialistas em comunicação calculam, na verdade, que apenas 10 por cento de nossa comunicação é representada pelas palavras que emitimos. Cerca de 30 por cento é representada pelos sons, e 60 por cento pela linguagem corporal. Na atenção empática você escuta com os ouvidos, mas também, e mais importante, ouve com os olhos e o coração.


Hábito 6 - Sinergizar

(Princípios de Cooperação Criativa)

A sinergia é a essência da liderança baseada em princípios. Ela catalisa, unifica e libera os poderes existentes dentro das pessoas. Todos os hábitos que abordamos nos preparam para criar o milagre da sinergia. O que é sinergia? Em uma definição simples, significa que o todo é maior do que a soma das partes. Significa que a relação estabelecida entre as partes é, em si e por si, também uma parte. Não apenas é uma parte, e sim a parte mais catalítica, mais poderosa, mais unificadora e mais excitante.


A sinergia está em toda parte, na natureza. Se você colocar duas plantas lado a lado, as raízes se misturam e melhoram a qualidade do solo, de modo que as duas plantas crescem melhor do que se estivessem separadas. Se você coloca duas peças de madeira juntas, elas aguentarão muito mais do que o peso suportado por cada uma individualmente.


O todo é maior do que a soma das partes. Um mais um é igual a três ou mais. O desafio está em aplicar os princípios de cooperação criativa, aprendidos na natureza, em nossas relações sociais.


Hábito 7 - Afinar o instrumento

(Princípios de auto renovação Equilibrada)

As teorias mais sólidas da motivação e organização abrangem estas quatro dimensões ou motivações:

  • Física - a econômica.

  • Social - o modo como as pessoas são tratadas.

  • Mental - o modo como as pessoas são educadas e usadas.

  • Espiritual - e a ajuda, a contribuição, o serviço que a organização realiza .

"Afinar o instrumento" significa basicamente expressar as quatro motivações. Quer dizer exercer as quatro dimensões da nossa natureza, com regularidades e consistência, de formas equilibradas e sensatas.


A maioria das pessoas resulta do espelho social, sendo influenciada pelas opiniões, ideias e paradigmas das pessoas a sua volta. Na condição de pessoas interdependentes, eu e você temos um paradigma que inclui a noção de fazer parte deste espelho social.


Podemos escolher refletir de volta para os outros uma visão clara e sem distorções de si mesma. Podemos reforçar sua natureza proativa e tratá-los como pessoas responsáveis. Podemos ajudar a torná-los indivíduo centrado nos princípios, baseados nos valores,


independentes e responsáveis. E, com a Mentalidade da Abundância, perceber que fornecer um reflexo positivo para os outros não nos diminui em nada. Só amplia nosso ser, porque aumenta as possibilidades de interação eficaz com outras pessoas proativas.


Livro: Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes

Autor: Stephen R. Covey


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